Edição nº7
1º Trimestre - 2010
 
 


PALAVRA DO EDITOR
Informação em foco.


POLÍTICA PÚBLICA

Redução da jornada não criará empregos.


SUSTENTABILIDADE
Como ser sustentável?
INDOOR
Qualidade interna do ar.
QUÍMICOS
CRQ e Prestadores de Serviços.
ENEAC 2010
Programação e roteiro cultural.
PESQUISA IPEA
Pobreza, desigualdade e políticas públicas.
DISTRIBUIÇÃO
Logística na gestão de suprimentos.

WFBSC - Encontro Mundial de Serviços


PESQUISA SETORIAL

Trabalho temporário e serviços terceirizáveis no Brasil.

CONTRATOS DE SERVIÇOS

"Aspectos intangíveis da Terceirização".

VENDAS E COMPORTAMENTO
Transformando e transtornando.
ARTIGOS

Licitação e a igualdade racial.
Fernando Cinquini

O inimigo de quem compra "preço" e não serviços.
Vilson Trevisan


LEGISLAÇÃO

Considerações sobre o anteprojeto de lei do MTE sobre a terceirização na área privada.


HOJE EM DIA

PRODUTOS E SERVIÇOS

DIRETO DA ABRALIMP

DIRETO DA FEBRAC

INDICADORES FINANCEIROS

 
 
  Edição nº4
ESPECIAL agosto/ 2009
 

 


PALAVRA DO EDITOR
Boas Compras!


MERCADO

A evolução e a sustentabilidade do negócio da limpeza profissional.

 
   
   

EM DESTAQUE
Febrac não aprova o uso do pregão nos processos licitatórios do segmento.
 

• No dia 18 de agosto, o presidente da Federação Nacional das Empresas de Serviços e Limpeza Ambiental – Febrac, Laércio Oliveira, esteve na Câmara Municipal de Porto Alegre para explanar, sobre a “Lei das Licitações e Serviços Terceirizados”, no Seminário de Terceirização no Serviço Público.

Laércio Oliveira ao lado de Sérgio Luiz Almeida e Mauro Pippi da Rosa, diretor Executivo e assessor Jurídico do Sindasseio, respectivamente, criticaram a desatualização da Lei 8.666/1993 e o prejuízo que a mesma está causando ao segmento ao estabelecer a modalidade do pregão eletrônico e presencial nos processos licitatórios para contratação de prestação de serviços de mão-de-obra.

O presidente da Febrac ressaltou que o pregão eletrônico e a lei das licitações são uma forma de contratação que só traz desvantagens, preços inexeqüíveis, serviços de baixa qualidade e trabalhadores desamparados. E disse também que o Poder Público faz de conta que conhece o produto ou o serviço, mas acaba contratando sempre pelo menor preço, causando uma avalanche de ações judiciais. “Quem compra mal paga duas vezes, essa é a política irresponsável dos contratantes”, argumentou. Para Laércio Oliveira, a solução legal seriam empresas sólidas e responsáveis ao apresentarem seus preços, só assim o contrato terá início, meio e fim.
Para Sérgio Luiz Almeida, o pregão eletrônico é um leilão de baixo para cima e afirmou que “essa modalidade não é para contratação de serviço de mão-de-obra”. Além disso, o diretor Executivo do Sindasseio lembrou que na lei das licitações existem mecanismos para punir e exigir o melhor serviço sem prejuízo do contratado.

O advogado Mauro Pippi da Rosa, do Sindasseio, afirmou que o objetivo maior de uma licitação é a proposta mais vantajosa mas nem sempre a melhor para a administração e que os preços baixos muitas vezes não atendem aos compromissos com os empregados. "O resultado destes problemas na maioria das vezes é levado para a Justiça do Trabalho, o que prejudica o contratante e o contratado". Segundo ele, a lei precisa de modificações para que o contratante não corra riscos.

Iniciativa da diretoria da Câmara Municipal, o Seminário tem o objetivo de ampliar o debate analítico sobre os processos de terceirizados no âmbito do serviço público. E o público alvo foi pregoeiros, comissões de licitação, gestores de contrato, responsáveis pelas áreas de administrativas dos órgãos públicos e comunidade jurídica.

Para tanto o evento foi divididos em painéis no qual são abordados três temas centrais em dias distintos: no dia 12 de agosto, o tema do primeiro painel foi o “Mundo do Trabalho e alternativas de trabalho e renda”, já o segundo realizado no dia 18, tratou da “Lei das Licitações e Serviços Terceirizados”, enquanto no último painel, que ocorrerá no próximo dia 27, será discutido “Cooperativas de trabalho, terceirização e precarização. Sim ou não?”.

Para mais informações acesse o site www.camarapoa.rs.gov.br.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Febrac.




 
   
 
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